Irmãs do crime estão foragidas após assassinato de Pâmela
Duas irmãs, apontadas como autoras do assassinato de Pâmela da Silva, estão foragidas desde o crime ocorrido no último fim de semana. O caso, que chocou a comunidade local, está sendo investigado pela Polícia Civil, que já identificou as suspeitas e intensificou as buscas.
Mais um capítulo revoltante da violência urbana somado à aparente fragilidade da Justiça brasileira. Pamela Daniele Gomes, jovem de apenas 26 anos, foi brutalmente assassinada a facadas no bairro Uberaba, em Curitiba. O crime aconteceu há poucos dias, mas os três suspeitos um homem e duas mulheres já estão soltos.
Sim, você leu certo: ouvidos pela polícia apenas três dias após o crime, os envolvidos prestaram depoimento e foram liberados pela porta da frente da delegacia, sob a alegação de legítima defesa. Agora, segundo informações da própria polícia, estão foragidos.
Um dos suspeitos, ao sair tranquilamente da delegacia, ainda teve a audácia de dizer:
“Antes ela do que eu.”
Em outro trecho, negou envolvimento direto no crime:
“Fui separar, e agora estão dizendo que fui eu. Procura saber o histórico da menina.”
Essas declarações frias e desumanas revoltam ainda mais familiares e amigos da vítima, que cobram justiça e temem que o caso termine engavetado como tantos outros.
ENTENDA O CASO
Pamela foi morta a facadas durante uma confusão ainda não totalmente esclarecida. Segundo as investigações preliminares, os suspeitos — o homem e duas irmãs — teriam se envolvido numa discussão com a vítima que terminou de forma fatal. A polícia afirma que testemunhas ainda serão ouvidas e que segue investigando os detalhes da motivação do crime.
A liberação precoce dos suspeitos e a ausência de prisão preventiva indignam a população, que questiona:
Como um trio acusado de homicídio, com fortes indícios e testemunhas a serem ouvidas, pode ser simplesmente liberado?
Pamela não teve chance de se defender. Mas quem a matou está agora nas ruas, livre, como se nada tivesse acontecido.
A sociedade pede justiça. Não podemos aceitar que assassinatos brutais sejam tratados com descaso e permissividade judicial.
Hoje foi a Pamela. Amanhã pode ser qualquer outra mulher.